segunda-feira, 22 de abril de 2024

O TRIBUNAL SUPREMO

Por Avelar Santos*

Situado na parte oriental da cidade da Babilônia, num suntuoso palácio, com visão privilegiada do Eufrates, rodeado por belos jardins, o Tribunal de Apelação estava reunido, naquela manhã distante, sob a mão de ferro do perverso juiz Adramalec.

Dentre os assuntos da pauta do dia, um dizia respeito ao pedido de soltura de um conhecido comerciante de vinhos, preso, injustamente, há meses, com a anuência vergonhosa dos membros da Corte, por ter se insurgido contra o novo imposto das mercadorias vindas do estrangeiro.

O juiz, conhecido por sua crueldade e luxúria desmedidas, mal ouvia, agora, as alegações finais do advogado de defesa, que argumentava, com sabedoria, que seu cliente não cometera crime algum, expressando, somente, o seu completo desagrado contra aquela abusiva taxação.

Requeria, portanto, o causídico, com base nos autos do processo, a libertação imediata do acusado, em face, sobretudo, de sua saúde precária, aliada à idade avançada, solicitando, com voz convincente, ao magistrado, justa clemência para o réu.

Despejando um olhar vazio de compaixão sobre aquele infeliz, que se encontrava bastante abatido, a um canto, aguardando a sentença, o maldoso magistrado, com o barco dos pensamentos navegando além do Tigre, deslizando, apressados, para os braços macios de Isthar, sua amante, fez um gesto exigindo atenção.

Diante daquilo, o defensor emudeceu, enquanto o plenário aguçava ainda mais os ouvidos, aguardando, pressuroso, o veredicto do togado-mor, sabedores, desde sempre, que aquela Corte jamais se preocupava em fazer justiça, cujas penas impostas aos condenados, se somadas todas, chegariam, tranquilamente, até o Dia do Juízo Final.

E, mais uma vez, o draconiano juiz rasgou a lei, impondo a sua vontade tirânica, não acatando nenhum pedido de clemência a ele dirigido.

Cansado de esperar em vão pela liberdade, macerado pelo sofrimento atroz, no cárcere, não demorou nada para que o pacato comerciante batesse, finalmente, à porta do céu.

Do alto da sua empáfia, Adramalec, por sua vez, à medida que o tempo corria, sem que ninguém ousasse contestar suas ações abjetas, perpetradas, inclusive, contra pessoas inocentes, exercia, com extrema arrogância, sua tirania no Tribunal Supremo.

Por séculos, silenciosos, os zigurates testemunharam os caminhos trilhados pelas estrelas, trazendo, até nós, o brilho inconfundível da grande civilização suméria.

No vão das coisas que jamais se perdem, as perversidades do juiz babilônico perpassaram as gerações, revelando que as trevas do mal podem encobrir, por vezes, o luzir do bem, sendo dissipadas, apenas, quando não nos calamos diante de injustiças, doando a própria vida, se preciso for, para repormos, com altivez, o direito na sua plenitude.

E, assim, deveria caminhar a humanidade!

*Professor e Escritor Camocinense

domingo, 21 de abril de 2024

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sábado, 20 de abril de 2024

JANETE

Por José Maria Trévia 
(Escritor Camocinense)

É bastante provável que o título desta narração leve a crer que fazemos referência a uma mulher. 

Entretanto, não é este o sentido do nome que intitula o fato a ser narrado. Janete foi um navio que, por motivos nunca totalmente esclarecidos, causou grande surpresa à população, quando virou e afundou em pleno porto de Camocim. 

Após a transcorrência de meio século, o afundamento e o resgate do Janete já chegaram próximo ao esquecimento, mas, para alguns, que ainda cultivam essas lembranças, as explicações dadas por populares, em torno da ocorrência, continuam a ser classificadas como duvidosas ou controvertidas. Felizmente, para nós, não é prioridade a análise das causas ou dos possíveis erros, que levaram o Janete a passar vários meses, parcialmente, submerso.

Ainda era cedo, naquela manhã de um dia qualquer da segunda metade da década de 1950. O sol mal despontara acima dos manguezais, refletindo fortemente o seu clarão nas águas do estuário do rio que deleita Camocim, e eu me encontrava à porta da casa de meu tio, na praça da estação ferroviária. Aguardava, com a leiteira de alumínio na mão, que alguém me viesse entregar o leite “in natura”, proveniente da vacaria, instalada no extenso quintal daquela casa, que se estendia até a outra rua atrás.

Àquela hora, era bem pouca a movimentação de pessoas naquele trecho. Parecia que a minha pacata Camocim ainda se espreguiçava, tal o caminhar sonolento e preguiçoso de um ou outro transeunte, voltando do mercado. Nas mãos, a cesta de cipó e o saco de pão, caprichosamente, feito de tecido bordado e a boca franzida, enforcada pelo cordão.

Meu olhar percorria a praça, contava, mentalmente, os bancos, admirava as Espadas de São Jorge, no meio da grama, que tinha o mesmo verde do frondoso Ficus Benjamim do Hotel do “Seu” Holanda. Em seu roteiro, minha visão circula e examina o lado oposto, até divisar a bomba de gasolina na calçada do Enoque Passos. A distração é quebrada por alguém que me entrega o leite.

- Tire a tampa da leiteira!

Obedeci ao pedido, formulado com ares de ordenança, e senti o cheiro do leite puro, que respingava na minha mão, ao ser despejado na vasilha. Preparava-me para retomar o caminho de casa, quando tive a atenção desviada por um carreteiro, eufórico, noticiando algo, com o braço estendido, apontando para o cais.

- O Janete virou, ali, no segundo trapiche. Está afundando!

A curiosidade tomou-me por completo e senti imensa vontade de presenciar aquele estranho acontecimento, caso fosse verdadeiro.

- Eu jamais vi um navio afundando, pensei. Além disso, era tão pertinho, bastava atravessar a praça, contornar a estação e caminhar, uns cem metros, em direção à Praia dos Coqueiros. De leiteira na mão, fui matar minha ansiedade e confirmar, ou não, a veracidade da ocorrência.

Mesmo antes de chegar ao local, pude ter a certeza de que algo fugira da rotina, tendo em vista a presença de outros curiosos, que já se aglomeravam nas imediações do trapiche do Albuquerque. Aproximei-me e, assustado, vi o Janete adernado, com parte do fundo do casco à mostra. Ouvia-se, ainda, o barulho de algum motor, funcionando em seu interior, certamente em algum compartimento que, até então, não havia sido tomado pelas águas. Pequenas ondas borbulhantes circundavam o imenso costado de ferro, pintado de uma cor acinzentada. 

Sobre o trapiche, uma grande movimentação de homens da tripulação, que manuseavam pesados cabos de aço, num trabalho insano, para manter a embarcação encostada no atracadouro. De vez em quando, um tambor vazio era expelido do interior do Janete e atirado para cima, com grande força, projetando-se vários metros acima da água, indo cair, pesadamente, para se integrar às outras tantas coisas que deslizavam na correnteza. Retornei, apressado, para casa, ansioso por passar a notícia em primeira mão e interromper a monotonia daqueles dias iguais.

Passaram-se meses, o Janete permanecia aprisionado, poluindo as águas com um produto malcheiroso, que apodrecera em seus porões. Segundo alguns, era torta de algodão, para alimentação animal, que fazia parte da carga que recebera em Camocim e proveniente, via férrea, de uma usina de beneficiamento de Sobral. Para outros, uma partilha de milho também entrava na composição da carga apodrecida.

Havia sempre quem fizesse comparação com algo que exalasse cheiro desagradável e o indesejável produto fétido, o qual ficou conhecido popularmente como “a torta do Janete”. Todavia, isso não impedia que continuássemos a freqüentar o banho de mar com os indispensáveis saltos do trapiche. Havia os mais destemidos, como o Cafuçu, menino pobre da periferia e libertário freqüentador das ruas e das praias. Como exímio nadador, desafiava as regras e, sob os protestos do guarda, que brandia o cassetete, mergulhava para tocar o sino, no convés do Janete adormecido.

A lida de alguns tripulantes, em torno do Janete, continuou durante os meses que se sucederam. Nas horas de maré baixa, o navio ficava com boa parte de sua estrutura acima da linha d’água, permitindo que flutuantes, compostos de madeira e tambores, fossem amarrados às suas partes fixas, ajudando-o a flutuar e impedindo que se fixasse na lama do fundo do canal. 

Foram, também, utilizados alguns balões especiais, que eram colocados nos porões e, ao serem inflados, ocupavam o espaço e expulsavam a água daqueles compartimentos. Essas tarefas eram orientadas por um engenheiro conhecido por Dr. Tokar, de uma empresa contratada, na capital pernambucana, para realizar o serviço de resgate do Janete. 

O engenheiro contava, ainda, com o apoio de dois técnicos auxiliares, um dos quais atendia pelo nome de Jean. Esses esforços seqüenciados foram surtindo seus efeitos até um dia de maré-grande, quando a natureza, novamente, resolveu ditar as regras.

Assim, na tarde daquele dia, quando a fase da lua propiciava a composição máxima das forças de maré, o Janete passou a mexer-se, como a se rebelar contra as espias, que o aprisionavam. Parecia um monstro marinho, próximo a enfurecer-se, e diante do qual não havia força capaz de detê-lo. A maré alta e os flutuantes, presos ao seu corpo, delinearam a situação propícia para a libertação. 

O Janete começou, pois, a sua disputa de cabo-de-guerra, com os cabeços e as argolas de ferro, implantados no cais. Entretanto, não foi preciso que ele vencesse a firmeza desses suportes e os arrancasse de suas bases de concreto, vez que os cabos de sisal e de aço foram cedendo e partindo-se um após outro. Inicialmente, esticavam-se, tentando resistir, mas a força brutal do Janete desfiava-os, como se fossem meros barbantes, diante de uma tração desproporcional. Partiam-se, zunindo no ar e, como um chicote, açoitavam, ameaçadoramente, a superfície das águas. E o Janete desce, então, na correnteza, em direção ao outro trapiche. 

Vi homens frenéticos, nadando com suas facas-peixeiras seguras na boca, interceptando o seu avanço, para cortar as amarras que o prendiam aos flutuantes, numa ação inversa àquela que fora idealizada para fazê-lo voltar à tona. A grande massa de ferro passou rasgando a ponta do trapiche, arrancando mourões de carnaubeiras, como se fossem simples peças, enfileiradas, de um dominó, indo encalhar adiante, na parte mais rasa dos bancos de areia da Pedra do Mero. Por medida de segurança, foi novamente imobilizado e dali, posteriormente, retirado pelo rebocador Camocim, para um estaleiro improvisado na Praia dos Coqueiros.

O Janete não havia morrido. Depois de meses, submetendo-se ao trabalho de consertos e reparos básicos, foi rebocado, por outra embarcação, com destino a Belém. Nos estaleiros da capital paraense, foi submetido a reparos mais acurados e retomou o seu destino, voltando para o mar, a fim de enfrentar novos desafios. 

Assim, retornou ao mar, com nova identidade, vergando, em sua proa, o nome de São Luís, após ter sido comprado pelo empresário- salineiro Wilson Carneiro, do município de Chaval. Entretanto, não mais se ouviu falar que tenha aportado ao cais que o subestimou. Imagino ser a história do Janete uma lição de liberdade. 

Ele jamais aceitou aquele canal portuário, como túmulo ou última morada, tampouco como prisão temporária, de onde os homens não foram capazes de libertá-lo. Tomou, então, a iniciativa de romper os grilhões que o aprisionavam e, com a cumplicidade do mar, seu velho aliado, rebelou-se. Ele só queria sair, emergir e mostrar que ainda era capaz de navegar.

Texto extraído do livro "Uma Janela para o Passado".  

TAI CHI CHUAN É ALIADO CONTRA PARKINSON

Os benefícios do tai chi chuan para o corpo e a mente são amplamente difundidos — já passaram pelo escrutínio de cientistas fortalecimento muscular, ganho de equilíbrio, alívio para dor e proteção cardiovascular. 

Agora, uma pesquisa realizada na terra natal da técnica chinesa acrescenta uma nova vantagem aos adeptos, especialmente os que sofrem da doença de Parkinson. 

A prática ajuda a controlar, no longo prazo, sintomas da condição, marcada por tremores, rigidez e difculdades para caminhar, com repercussões na autonomia, no sono e no bem-estar geral.

Mais de 300 voluntários do experimento foram divididos em dois grupos. Parte deles fez sessões de tai chi uma hora por dia, duas vezes na semana. O restante seguiu o tratamento convencional. A progressão da doença foi mais lenta em todos os pontos monitorados entre aqueles que realizaram a arte marcial. 

Ao contrário desse grupo, quem não aderiu à atividade ainda precisou aumentar o número de medicações no período avaliado. 

Áreas do cérebro relacionadas ao controle motor, à memorização e à automatização dos movimentos são treinadas com a prática constante do tai chi”, justifica as benesses observadas o neurocirurgião Fernando Gomes, professor da Universidade de São Paulo (USP).

Por Tadeu Nogueira (Com Veja)

HEMOCE FARÁ COLETA EM CAMOCIM NOS DIA 23 E 24 DE MAIO

O Hemoce de Sobral fará coleta de sangue nos dias 23 (quinta) e 24 (sexta) de maio, entre 8h e 14h, na Agência da Capitania dos Portos em Camocim. 

A ação é uma parceria entre Hemoce e Sociedade dos Amigos da Marinha - Litoral Oeste do Ceará (SOAMAR). 

Apoio: Marinha do Brasil - Camocim Online 

O início do agendamento será divulgado aqui em breve. 

Por Tadeu Nogueira 

sexta-feira, 19 de abril de 2024

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A MODA DO CIGARRO ELETRÔNICO E O IMPACTO NA SAÚDE DOS JOVENS

“Se os mais jovens deixam de fumar, a indústria decai, da mesma maneira que uma população em que não há nascimento acaba desaparecendo” (Mariana Pinho)

Por Eduarda Ramos (Site Lunetas)

A indústria do tabaco desenvolveu um produto para supostamente ajudar adultos a parar de fumar e acabou influenciando crianças e adolescentes a usarem cigarro eletrônico. Especialistas comentam os riscos à saúde e qual a situação dos jovens no Brasil.

“Diferente do que alegam as empresas que produzem esses produtos em relação ao público-alvo, que supostamente são adultos que desejam parar de fumar cigarros tradicionais, a gente observa que quem tem consumido [cigarros eletrônicos] mais frequentemente são jovens”, diz Mariana Pinho, enfermeira e mestre em saúde pública pela Fiocruz.

Em 2023, o inquérito Covitel, que monitora os fatores de risco para doenças crônicas no Brasil, apontou que 5,7% da população com 18 anos ou mais já usou cigarro eletrônico uma vez na vida. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense) 2019, 2,80% dos estudantes brasileiros de 13 a 17 anos de idade usaram cigarros eletrônicos nos últimos 30 dias. No mesmo ano, dados da Pesquisa Nacional de Saúde, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o consumo dos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs) é de 0,6% – aproximadamente 1 milhão de usuários. Desses, 70% têm idade entre 15 e 24 anos.

“Vape”, “pod”, “pen drive”: cigarro de jovem?

Além de aparecer em séries que se passam no ambiente escolar, como “Euphoria” (2019) e “Rebelde” (2022), Aline Mesquita de Carvalho, psicóloga do Programa Nacional de Controle do Tabagismo e Outros Fatores de Risco de Câncer, do Instituto Nacional de Câncer (Inca), considera que o formato dos cigarros eletrônicos “parecido com outros objetos encontrados nas mochilas escolares, como pen drives, corretivos e canetas” podem atrair o público jovem.

Para ela, o “próprio nome ‘vape’ cria a falsa impressão de que esses produtos só emitem vapor e não substâncias tóxicas”. Mas, embora o uso de aditivos “melhore o gosto e diminua a irritação nas vias respiratórias, aumenta também a capacidade de causar dependência”.

“A indústria precisa de uma estratégia que estimule o consumo. Logo, se o primeiro cigarro é uma experiência ruim, embalagens e sabores agradáveis o tornam um produto muito mais atraente para a juventude”, diz Pinho.

Além disso, cigarros eletrônicos têm embalagens completamente diferentes dos cigarros convencionais. “Sem uma mensagem nítida de que não se deve consumir, passam a ideia de que não é prejudicial como o cigarro”.

Em comparação aos cigarros tradicionais, em que um dos vilões é a geração da substância cancerígena alcatrão em decorrência da queima do tabaco, o cigarro eletrônico não pode ser considerado menos prejudicial. Como diz Pinho, os sais de nicotina presentes no aparelho são altamente absorvidos pelo organismo e têm grande potencial de causar dependência química, podendo desencadear mudanças duradouras no cérebro do jovem. “Quanto mais cedo a exposição a essa substância, mais receptores de nicotina o cérebro cria. Ou seja, um adolescente tem muito mais receptores do que alguém que começou a fumar mais tarde”, explica.

“A verdade é que a esmagadora maioria dos fumantes começou a fumar na adolescência”, diz Cheryl Healton, professora em política de saúde pública, sobre a possibilidade de viciar adolescentes em nicotina, no documentário “Big Vape”, que mostra a ascensão e a queda de uma marca de cigarro eletrônico.

Além de causar problemas no desenvolvimento emocional e cognitivo do adolescente, a exposição à nicotina pode afetar o sistema circulatório e vascular, aumenta riscos de infarto do miocárdio, acidentes vasculares cerebrais (AVCs), disfunção erétil e problemas no aparelho reprodutor, diz Pinho. No Reino Unido, uma jovem asmática de 12 anos sofreu um colapso pulmonar atribuído ao uso de “vape”. Estima-se que uma em cada cinco crianças entre 11 e 17 anos de idade no Reino Unido já experimentou cigarros eletrônicos.


quinta-feira, 18 de abril de 2024

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CAMOCIM: FESTA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES TERÁ INÍCIO NESTE DOMINGO

Neste domingo (21), terá início em Camocim a Festa de Nossa Senhora de Lourdes. A programação começa, a partir das 05h:30 da manhã, com alvorada festiva, café comunitário e celebração da Santa Missa.  

Com o tema “Eis aí tua Mãe" e lema "Em Maria Somos Todos Irmãos", a festa se estenderá até o próximo dia 1º de maio. 

A programação social da festa, ao lado da capela, que fica próximo ao Mirante da Praia das Barreiras, consta de Leilões, Adoração ao Santíssimo, Terço Mariano, Novenas, Missas, Batizados e apresentações musicais.

A festa é organizada pela Comunidade Nossa Senhora de Lourdes, Paróquia Senhor Bom Jesus dos Navegantes e Diocese de Tianguá, em parceria com os movimentos pastorais da comunidade. 

Acompanhe a programação pelo @capela.nossasenhoradelourdes

Por Tadeu Nogueira

CÂMARA DE BARROQUINHA OUVIRÁ REPRESENTANTE DA CAGECE NESTA SEXTA

Esgoto a céu aberto, falta d'água e contas superfaturadas são temas que estarão na pauta do encontro entre os vereadores de Barroquinha e o representante da Cagece. 

Isso acontecerá na sessão ordinária desta sexta-feira (19), a partir das 09:00h da manhã. 

A presença de um representante legal da Cagece foi solicitada por meio de um Requerimento, aprovado por unanimidade, de autoria do Vereador Genilson Moreira (foto). 

Entre as mais recentes reclamações consta uma fatura de água no valor de quase R$ 400 mil. 

Após revisão, o valor caiu para cerca de R$ 70 reais. 

Por Tadeu Nogueira 

SÉRGIO AGUIAR DEFENDE EMANCIPAÇÃO DE DISTRITOS BRASILEIROS

O deputado Sérgio Aguiar (PDT) defendeu, no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Ceará, nesta quarta-feira (17/04), a emancipação política de distritos brasileiros.

O parlamentar e presidente da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale) participou, na última terça-feira (16/04), em Brasília, do “Fórum Nacional sobre Emancipação de Distritos no Brasil, no Contexto do Municipalismo Republicano”. 

Durante o evento, promovido pela Unale, foram apresentados os efeitos da Emenda Constitucional (EC) 111/2021, que alterou o artigo 14 da Constituição Federal, incluindo os incisos 12 e 13, que atribuem às câmaras municipais a prerrogativa de autorizar a realização de consultas populares sobre questões locais, encaminhando à Justiça Eleitoral em até 90 dias antes das eleições municipais de outubro de 2024, ou seja, 6 de julho.

De acordo com Sérgio Aguiar, muitos distritos estão em total condição de emancipação, como é o caso de Icaraizinho de Amontada, no Ceará. “Hoje muitos distritos têm condição e estrutura para se tornarem municípios e desenvolver suas comunidades. E o primeiro passo é a escuta da população por parte das câmaras municipais”, afirmou.

Por Tadeu Nogueira (Com Adriana Thomasi, da ALECE)

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quarta-feira, 17 de abril de 2024

CÂMARA MANTÉM PARECER DO TCE E APROVA CONTAS DE 2018 DA EX-PREFEITA MONICA

Em votação realizada na noite desta quarta-feira (17), a Câmara de Camocim aprovou, por 9 votos a 6, as contas de governo da ex-prefeita Monica Aguiar, relativas ao exercício de 2018, segundo ano de seu segundo mandato.

A decisão seguiu parecer do Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE). 

Monica Aguiar governou Camocim entre 2013 e 2020.

Todas as 4 contas de seu primeiro mandato (2013-2016) foram aprovadas pelo TCE e Câmara Municipal. 

O mesmo aconteceu com as de 2017 e, agora, 2018, ambas referentes ao segundo mandato. As de 2019 e 2020 ainda serão apreciadas. 

Por Tadeu Nogueira

CÂMERAS NA ORLA DE CAMOCIM E OS ATAQUES CONTRA MULHERES

A sugestão não é de hoje. Já publicamos essa dica aqui outras vezes. Não vamos desistir assim tão fácil.

Lá vou eu (de novo)

A Prefeitura de Camocim poderia espalhar inicialmente, de forma estratégica, câmeras ao longo dos quase 5km de orla (entre Estação Ferroviária e Ilha Park Hotel).

Como ocorre em várias cidades do país, elas ajudariam na prevenção de crimes como homicídio e estupro, entre outros, assim como na identificação de seus autores. 

Não adianta apenas argumentar que a Segurança Pública é obrigação do Estado. É preciso agir diante dos fatos. E essa ação pode partir também do poder municipal. 

Tais câmeras, por exemplo, poderiam ser monitoradas a partir de uma central instalada na sede da Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito e Defesa Civil. 

Seria uma atitude inteligente e de custo baixo, se levarmos em conta as desculpas, por parte do Estado, de tais crimes não serem devidamente combatidos à altura por causa de baixo efetivo, poucas viaturas e outros argumentos burocráticos.  

Se preciso for, renovaremos a sugestão daqui a alguns anos. 

Segue o bonde! 

Por Tadeu Nogueira