Se estivesse vivo, Inácio Nogueira Magalhães faria neste sábado (31), 100 anos de idade. Monsenhor Inácio Nasceu no dia 31 de julho de 1910, em Granja. Filho de José Silvestre Magalhães e Etelvina Nogueira Magalhães, Ingressou no Seminário Menor de sobral no dia 08/02/1924. Cursou a seguir, o Seminário Maior em Fortaleza-ce, e recebeu a ordenação sacerdotal das mãos de D. José Tupinambá da Frota, no dia 13/12/1933. Em 1934, exerceu o magistério no Seminário de Sobral. No período de 1935 a 1939 , trabalhou como vigário de Ubajara, de onde se transferiu para Camocim, assumindo a Paróquia de Bom Jesus dos Navegantes. Iria completar 50 anos defendendo o ministério no dia 13/12/1982, quando, após uma crise mais aguda foi transportado para Forataleza-ce e morreu no hospital de Itapagé. O Monsenhor Inácio tem duas irmãs., uma mora no Rio de Janeiro, se chama Francisca e vários sobrinhos bem sucedidos, com destaque para sua sobrinha Daciana, que é camocinense, formada em engenharia química na UFRJ, sendo atualmente funcionária de uma multinacional do petróleo. A foto ao lado, pela primeira vez publicada, mostra Monsenhor Inácio na solenidade de inauguração da Agência do BEC, atualmente Bradesco.Postado por Tadeu Nogueira às 09:18h
Fontes: Livro Ungidos do Senhor (Diamantino Silveira)
Francisco Olivar (Membro do Instituto Histórico Geográfico de São João de Meriti - RJ)
A foto foi gentilmente cedida pelo Radialista e Escritor, Inácio Santos






























13 comentários:
parabens tadeu pela materia, fiquei muito emocionado quado li o monsenhor Inacio era primo do meu falecido avô João guilherme que era tio do Enoque,obrigado tadeu
que materia maravilhosaaaa.
um grande abraço chagas vieira sp
Quando estou em Camocim, sempre vou à missa no dia 134 de dezembro para conferir se alguém lembra da data de sua partida. Quase sempre esquecem,mesmo que a placa fique a lembrar a ida do grande sacerdote para o outro plano. Uma biografia do centenário de Monsenhor Inácio, assim como do Prof. Ivan eram projetos do Vavá, mas, parece que não teve muito apoio apiem Camocim. Daqui uns dias chegarão uns portugueses na cidade divulgando a biografia do Pe. Antonio Vieira e vocês irão ver a paparicagem que irão receber, pçrincipalmente do poder público. É só conferir.
Não lembro da pessoa, mas lembro do temor que as pessoas tinham ao monsenhor, principalmente familiares que quando nos levavam à missa pediam para nos comportarmos, sob pena de sermos alvos de um pito do sacerdote.
Fco. Souza
Meu caro Tadeu, gostaria de sugerir a viabilidade, assim como foi a importância desse servo de Deus para Camocim, penso eu, que Monsenhor José Maria em saudosa memoria, também foi para o Municipio de Granja digo isso, porque a população é consciente da grande contribuição que deu aquele Municpio durante o seu sacerdocio por mais de 30 anso, tive a honra de ser seu vizinho na época em que morei em Granja pelo periodo de 2 anos em 2004, o pouco tempo de prosa que mantinha com ele quase toda noite na sua calçada, ensinou-me muito maneiras de melhor a vida, pois era também um verdadeiro servo dee Deus e que queria o bem de todos, descobri nele um homem muito capacitado e intelectual, digo com toda sincridade senti muito a perda desse grande amigo, assim como muitos Granjenses também sentiram. Vejo que seria uma grande homenagem mas serve de exemplo para os homesn de boa-fé. Diante disso já deixo meus sinceros agradecimento pela atenção que for dispensada. Ressalto que o nobre Jordany competente profissional e administrador dos sites Brasilforro.com
e Iagranja.com,
tem um acervo que pode lhe ajudar nessa materia.
Neste momento onde tantos padres são manchetes de jornais pela prática de pedofilia,é bom lembrar do nosso maravilhoso e santo Monsenhor Inácio,amado e respeitado por todos,até por outras seitas religiosas,sempre atento com seu rebanho;como amigo,como professor,com seus conhecimentos de psicologia,etc. Um exemplo a ser seguido pelos padres de hoje. Há muitas estórias que ilustram o foclore do seu cotidiano,certo dia estava eu e minha tia Raimundinha dentro da Igreja de passagem o Monsenhor notou que minha tia estava com um vestido sem mangas,o monsenhor parou e disse: Raimundinha,as mangas,as mangas,minha tia muito irreverente e inteligente logo retrucou: Monsenhor as mangas estão verdes,quando estiverem maduras eu levo para o senhor.Era do sítio da minha vô,mãe da minha tia tia Raimundinha que cestas de mangas eram levadas para casa do Monsenhor. vava
peço perdaõ aos parentes do Monsenhor,não mencionei os nomes dos irmaõs ja´mortos que sáo o MODESTO E O JOSÉ,as sobrinhas saõ as diretoras do Colégio Chapeuzinho vermenho em Camocim
Chagas Vieira,um belíssimo domingo para você,sou filho do José Guilherme e minha tia sempre falava do nosso parentesco com o monsenhor,agora com sua valiosa informação veio a confirmação,pois João guilherme faz parte da nossa família.Temos o Tadeu nogueira do blog,o NOGUEIRA É O MESMO RAMO DO PADRE. VAVA
Sempre agradeço a DEUS,as pessoas maravilhosas que me ajudaram nos momentos difícil da minha vida,uma destas pessoa é a Francisca,irmã do MONSENHOR,aqui no Rio de Janeiro foi minha segunda mãe,sua casa é como se fosse minha,sempre ´sou tratado com muito carinho e amor,tenho por esta uma dívida impagável. vava
fme, não diga temor e sim respeito, pois, não existem + padre como o monsenhor. ok!!!!
Mais uma vez o poder público ignora a história, ou por pura omissão ou por ignorância mesmo (fico com a segunda opção). E olha que o Prefeito é ministro da eucaristia. Monsenhor Inácio foi uma personalidade que literalmente casou e batizou milhares de pessoas em Camocim, dentre elas, muita gente que poderia ter promovido várias ações em homenagem ao seu centenário. Agradeço de coração ao nosso colaborador e amigo Vavá pelos dados, Inácio Santos pela foto rara e o caminho do blog continua sendo esse, o de valorizar a história de Camocim através da publicidade para o mundo de fatos que ocorrem ou ocorreram aqui. Tadeu Nogueira
Eu não me recordo muito do Monsenhor Inácio, mas foi ele que me batizou quando bebê. Minha mãe conta que me levou à igreja com velas e fósforo na mão e quando Monsenhor Inácio me viu, disse: "Vamos batizar essa criança agora. Está mais parecendo um anjinho". Daí vocês já tem uma noção de como a situação estava péssima. Minha mãe conta muitas histórias dele; ele era um pároco que não admitia que usassem blusinhas de alças, porque dizia que deviam ter respeito à casa de Deus!
Se não tivesse vetado a dotação orçamentária do Projeto de Editorial Carlos Cardeal de autoria do Vereador Kléber Veras, o prefeito bem que poderia patrocinar com o dinheiro público uma biografia do Monsenhor Inácio e de outras produções sobre o Município. Porém, a burrocracia e a picuinha política mais uma vez emperrou uma grande ideia. Mas, se a consciência e os valores morais e religiosos forem mais fortes, aproveite a deixa prefeito e dê esse presente para Camocim.
Corrigindo meu comentário anterior: a data de falecimento de Monsenhor Inácio é 13 dezembro e perdoem as letras em excesso.
Pelo visto a Ayla não aceitou o conselho do velho e sábio pároco (im memoriam).
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