O blog recebeu um apelo que tocou muito pela confiança depositada pelo leitor neste meio de comunicação, assim como pela gravidade da situação. Fiz questão de publicar o apelo da forma como recebi: "Sou professor temporário do estado do Ceará e desde o início do ano letivo de 2011 até esta quinta-feira (31), ainda não recebemos nenhuma remuneração. E o pior, há rumorres de que só iremos receber em junho deste ano. Em Granja já tem família de professores que estão passando por necessidades. Por favor nos ajudem!" Lá vou eu: Que o grito desse granjense chegue aos que devem remunerar quem trabalhou durante sua carga horária, de forma honesta e responsável. É inadmissível que isso ocorra num estado que vive em pleno desenvolvimento, com farta arrecadação de impostos e projetos gigantescos de infraestrutura. O educador, mesmo que temporário, precisa exercer suas funções de forma eficiente. Porém, fica difícil imaginar isso com as contas pessoais se acumulando e o SPC batendo à sua porta. Esperamos que isso seja resolvido o mais breve possível pelo Governo do Estado.
Postado por Tadeu Nogueira às 15:37h






























6 comentários:
É Tadeu não é só em Granja não, aqui em Camocim também os professores temporários estão sem receber desde o começo do ano, e estão totalmente desestimulados em suas escolas. Como pode uma situação dessas, cade o compromisso e a qualidade da educação da rede estadual? Mas o que não falta é cobrança e mais cobrança, e as condições de trabalho são precaríssimas. Onde anda nosso órgão gestor a CREDE 04 que não se manifesta em relação a esse assunto.
Sou professor temporário do estado e também assim como os demais estamos há 2 meses sem receber salário.Em contrapartida a cobrança é tanta em cima do nosso trabalho que chega a tornar-se perseguição.Sendo que gestores,coordenadores e PCAS não saem de dentro das salas fiscalizando se estamos dando aula.O governo deveria se preocupar em pagar oque ganhamos de forma digna e honesta,pois como dizia meu pai:"saco vazio não se põe de pé".
Quero comer camurupm na Semana Santa: http://timonhanoticias.blogspot.com/2011/04/professores-temporarios-do-estado-ja.html
Onde estão os comentários? Só três!!
Vamos lá meu povo, têm chefes de famílias há meses sem receber dinheiro; vamos criticar, reclamar, buscar culpados!
Lógico que não vão, é o Cid que tá sem pagar, e não incomoda vocês...
Trabalhar sem receber é muito complicado, é sofrivel e totalmente desistimulante, além de ficarmos com contas em atraso, nome no SPC...tudo isso é muito ruim, péssimo. O sr. Governador deveria é tão empreendedor, deveria fazer diferente dos governadores passados (pois isso sempre existiu, diferença que agora está sendo um mês a mais, indo para o segundo mês a mais)e melhorar esse sistema altamente deficiênte no que diz respeito a publicação no diário oficial.
Mas, como estou há 08 anos como contrato temporário do estado, nunca vi e nem passei por nenhum tipo de perseguição nas escolas do estado em que lecionei e leciono, existem as exigências que existem em todo ambiente de trabalho, mas perseguir nunca! Nossos coordenadores são excelentes, isso não é para puxar saco de ninguém é ser realista. E se vc está sendo prejudicado em sua escola com algum tipo de perseguição, procure a 4ª CREDE, pois eles estão para ajudar, auxiliar, e não para perseguir os professores.
E se os coordenadores e PCA's não estão saíndo de suas salas para observar sua aula, é preciso que vc converse com eles e diga que vc tem essa necessidade. Sabendo que as visitas para observação de nossas aulas são necessárias e é uma das funções do coordenador do eixo curricular e dos PCA's para que posteriormente eles possam nos dizer o que perceberam em nossa aula, se precisamos melhorar em qual aspecto ou se está tudo bem. Isso é feito tb nas escolas em que passei sob orientação da 4ª CREDE. Se em sua escola isso não acontece, procure conversar com o responsável ou com a própria CREDE, sem medo de ser perseguido(a). A regional não faz leva e trás de nenhum professor, ela analisa os fatos e procura resolver sem prejudicar. Quanto a precariedade, não vejo isso, temos a nossa disposição materiais de consumo, xerox, material didático, bibliotecas, laboratórios, internet, formações, a menos que o seu coordenador do eixo administrativo seja descuidado, desatento as necessidades da escola. Abraço!
Professora tb sofrida com o atraso de pagamento, mãe e esposa, mas acima de tudo justa com a realidade da rotina da escola.
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