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segunda-feira, 23 de maio de 2016

REBELIÃO ANUNCIADA CONTINUA PONDO POPULAÇÃO EM PERIGO EM CAMOCIM

PM MANTÉM A ORDEM, ENQUANTO 
TJ E SEJUS NÃO SE MANIFESTAM  
A rebelião deflagrada na noite da última sexta-feira (20), pelos quase 200 presos da Cadeia Pública de Camocim, que na conta da Sejus não passa de 95, continua causando transtornos e perigo à população. Apesar de contida, a situação está longe de ter um final. 
Além dos quase 45 fugitivos, que sumiram na hora da rebelião, usando para isso, quintais e casas de cidadãos que moram nas imediações, levando o terror à crianças e idosos, o problema se reflete também no trânsito. Por exemplo, se você hoje precisar trafegar na Rua José de Alencar, corredor bancário, sendo uma das principais de Camocim, entre a Rua Santos Dumont e Rua 24 de Maio, esqueça.  
Esse trecho continua interditado, pois é nele que está localizada a unidade prisional que virou o "barril de pólvora" do município. A última transferência foi feita em 2014. Por lá, com celas destruídas, colchões carbonizados por conta do incêndio causado pelos próprios presos, ainda estão mais de 100 detentos. 
Sobre o caso, uma nota sequer foi enviada à imprensa pela Secretaria de Justiça do Estado, órgão responsável pela manutenção do prédio e tutela dos presos. Da mesma forma age o Tribunal de Justiça. Lembrando que a Polícia Militar apenas auxilia esses dois órgãos em casos de distúrbios. Por solicitação, as cadeias costumam ter policiais, não sendo essa a função da instituição. A vigilância e custódia da pessoa presa no sistema prisional cabe, única e exclusivamente, aos Agentes Penitenciários. Como o número desses profissionais é insuficiente na cidade, policiais militares acabam tendo que reforçar a vigilância. Diante da crise anunciada que se instalou nessa área em Camocim, muitos achavam que os presos seriam transferidos para que as instalações do prédio fossem recuperadas. Mas nem isso. Enfim, a população segue em perigo. 
Postado por Tadeu Nogueira às 08:21h
Foto: Tadeu Nogueira 

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