sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

SEM RECEBER, FORNECEDORES DO CONSÓRCIO DE SAÚDE TEMEM CALOTE

Já acostumado a sair na imprensa local por atrasos no pagamento do salário de servidores, o Consórcio Público de Saúde da Microrregião de Camocim (CPSMCAM), presidido desde março de 2017 pelo Prefeito de Martinópole, Júnior Fontenele, parece estar se afundando também em outro tipo de inadimplência. 
De acordo com fontes do Camocim Online, a instituição está com dívidas acumuladas em relação a quase todos os seus fornecedores. Tem empresa sem receber desde agosto do ano passado. 
As dívidas, que somam milhares de reais, envolvem os serviços prestados à Policlínica, Ceo Regional e Upas de Camocim e Granja.  
Empresas que fazem manutenção nos equipamentos hospitalares e sistema de informática, realiza exames de imagem, recarrega cartuchos das impressoras e a responsável pela vigilância, estariam entre as lesadas pela administração do consórcio. 
O fato mais grave diz respeito à empresa que fornece alimentação para servidores plantonistas das Upas de Camocim e Granja. O atraso já chega a 5 meses, no caso da UPA de Granja, tendo completado 2 em Camocim. 
Com isso, o fornecimento das "quentinhas" corre o risco de ser cortado a qualquer momento, deixando os profissionais sem alimentação. Os demais serviços prestados que estão em atraso, acumulando meses a fio sem mesmo uma previsão de pagamento, também correm o risco de serem paralisados. No caso dos vigilantes, o salário está sendo pago com recursos da empresa, que por sua vez não recebe há vários meses do consórcio.  
"O curioso é que os repasses feitos ao consórcio estão em dia. Por isso mesmo fico a me perguntar por que não estamos recebendo também em dia", disse um dos prejudicados. O representante de uma outra empresa lesada disse que o Consórcio de Camocim sempre foi "bom pagador", mas que passou a não ser mais a partir dos últimos 8 meses. 
"Essa dívida está quase impagável. Mesmo com risco do consórcio quebrar, eles não param de contratar servidores", disse outro fornecedor. 
Entramos em contato com o Presidente Júnior Fontenele através de seu representante jurídico. Ele disse que não estava sabendo de tais atrasos e que iria se informar do fato com o Professor Neto, Diretor-Executivo. 
Postado por Tadeu Nogueira às 10:00h

Um comentário:

Elton Silva disse...

Eu acho e pouco,tomare que esse consorcio quebre mesmo,i essas carniça de granja e martinople saia fora,tao bem que tava,mas vacila,tai quem sofre e a populacao.