segunda-feira, 23 de novembro de 2020

YES, CAMOCIM TEM SEU "TRUMP"

Sem apresentar uma única prova sequer, o vereador Marcos Coelho (PSDB) afirmou, em sessão legislativa realizada na última sexta-feira (20), que as eleições para prefeita em Camocim foram fraudadas e a legitimidade do povo não representou o resultado das urnas. 

Por sua insistência em não respeitar o resultado apresentado pela própria Justiça Eleitoral, o parlamentar tucano foi chamado de Marcos "Trump"  pelo vereador reeleito Kléber Veras (PDT). O plenário caiu na risada. 

"Já virou tradição. Toda eleição não favorável ao seu grupo é contestada pelo Marcos 'Trump' de Camocim. Foi assim em 2012, 2016 e agora", disse Kléber. 
O apelido não é à toa. Nos EUA, mais de 20 dias após as eleições, Donald Trump ainda não reconheceu sua derrota para Joe Biden. 
Sobre o resultado das urnas em Camocim para prefeita, Betinha Magalhães (PDT) foi eleita com 18.253 votos. Os votos de sua opositora, Euvaldete Ferro (MDB), foram anulados. 
De forma unânime, o Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) entendeu que, como ficha-suja, ela não poderia ter disputado a eleição. 

Por Tadeu Nogueira

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