quinta-feira, 16 de julho de 2026

MARIDO VENDE CARRO DA ESPOSA E APOSTA NO "TIGRINHO"; JUSTIÇA MANDA ELE SAIR DE CASA

Uma decisão da Justiça de Jataí, no sudoeste de Goiás, acendeu um alerta vermelho sobre as graves consequências familiares e financeiras do vício em apostas online, as populares "bets", e em jogos virtuais como o "jogo do tigrinho". 

O juiz Daniel Maciel Martins Fernandes determinou o afastamento imediato de um homem do lar conjugal após sua esposa apresentar provas de que ele estava dilapidando os bens do casal para sustentar a compulsão por jogos.

O casal estava junto há cinco anos (desde 2021). De acordo com o relato da mulher no processo, o companheiro desenvolveu um vício severo em apostas virtuais, o que desencadeou uma crise financeira sem precedentes na dinâmica familiar.

Carro vendido e dívidas com agiotas

A situação atingiu o limite quando a esposa descobriu que o marido havia vendido, sem o seu consentimento ou autorização, um carro que era de propriedade exclusiva dela. O dinheiro da venda teria sido utilizado para pagar dívidas urgentes contraídas com agiotas.

Uma decisão da Justiça de Jataí, no sudoeste de Goiás, acendeu um alerta vermelho sobre as graves consequências familiares e financeiras do vício em apostas online, as populares "bets", e em jogos virtuais como o "jogo do tigrinho". 

O juiz Daniel Maciel Martins Fernandes determinou o afastamento imediato de um homem do lar conjugal após sua esposa apresentar provas de que ele estava dilapidando os bens do casal para sustentar a compulsão por jogos.

Ao analisar o pedido, o magistrado Daniel Maciel Martins Fernandes considerou que as provas apresentadas pela defesa da mulher eram robustas. 

Entre os documentos anexados ao processo estavam extratos bancários que comprovavam os prejuízos, contratos de empréstimos em nome do marido, comprovantes de pagamento de dívidas diversas, planilhas detalhadas de despesas do lar arcadas unicamente pela esposa, documento de transferência que comprovava a venda ilegal do veículo dela.

Por Tadeu Nogueira (com G5News)