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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

CASTANHA-DO-PARÁ PODE AJUDAR NA PREVENÇÃO DO ALZHEIMER

O consumo diário de castanha-do-pará pode ajudar idosos que apresentam problemas cognitivos. A pesquisa que chegou a essa conclusão foi realizada por Bárbara Rita Cardoso, da Universidade de São Paulo (USP). A pesquisadora de 31 anos começou a se interessar pela relação da castanha com a doença de Alzheimer em 2007, quando começou o mestrado. Ela se atentou especialmente ao selênio, micronutriente essencial para a manutenção das funções cerebrais.
Foram selecionados vinte voluntários acima de 60 anos e que apresentavam deficiência de selênio. “Decidi fornecer a castanha-do-pará, maior fonte alimentar de selênio, para pacientes que, embora ainda não tivessem Alzheimer, tinham maior risco de desenvolver a doença por já apresentarem problemas cognitivos”, disse Bárbara à revista Galileu.
Os participantes foram divididos em dois grupos, um que não consumiu e outro que consumiu uma castanha-do-pará por dia durante seis meses. “O grupo de pacientes que consumiu a castanha teve o melhor desempenho nos testes cognitivos quando comparados com os pacientes que não consumiram”, conta a pesquisadora. “Isso mostra que reverter a deficiência de selênio com um alimento é uma estratégia simples para reduzir o risco para a doença de Alzheimer.”
Atualmente, Bárbara faz pós-doutorado no Instituto de Neurociência da Austrália, onde prossegue estudando de forma mais aprofundada a relação entre o selênio e a doença de Alzheimer. 
A pesquisa desenvolvida sobre a castanha-do-pará fez com que ela ficasse em primeiro lugar na categoria Mestre e Doutor da 28ª edição do Prêmio Jovem Cientista, realizado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em parceria com a Fundação Roberto Marinho. 
Postado por Tadeu Nogueira às 13:05h
Com informações da Revista Galileu 

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