quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

APÓS UPAS, POLICLÍNICA E CEO PODERÃO FICAR SEM VIGILÂNCIA ARMADA

As Unidades de Pronto Atendimento 24 Horas das cidades de Granja e Camocim estão sem vigilância armada desde a semana passada. Motivo: A empresa responsável pelo serviço está sem receber há vários meses do Consórcio Público de Saúde, presidido desde março de 2017 pelo Prefeito de Martinópole, Júnior Fontenele. 
Mas acredite, o que já está ruim, pode piorar. Segundo informações obtidas pelo blog, caso nada a dívida não seja quitada até esta sexta-feira (09), a Policlínica e o Ceo Regional também ficarão sem vigilantes. 
Mesmo diante da vasta repercussão na imprensa das dívidas acumuladas perante quase todos os fornecedores, incluindo o de quentinhas, o Presidente do Consórcio segue evitando tocar no assunto. Age como se nada estivesse acontecendo. Enquanto isso, as unidades de saúde seguem desprotegidas às portas do carnaval, para temor de diretores, médicos, enfermeiros e demais servidores, com vigilantes sem ter como receber seus salários, já que a empresa não recebe do Consórcio de Saúde. 
Atolado também em dívidas trabalhistas, e mesmo assim contratando dia após dia, o Presidente Júnior Fontenele abriu licitação para contratação de consultoria jurídica especializada na área de direito administrativo e atuação junto ao Tribunal Regional de Trabalho da 7ª Região, Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, Tribunal Superior do trabalho e Supremo Tribunal Federal. O negócio degringolou de vez. 
Postado por Tadeu Nogueira às 10:05h

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