segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

HOSPITAL DEPUTADO MURILO AGUIAR - NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Associação de Proteção à Saúde, à Maternidade e à Infância de Camocim, mantenedora do Hospital Deputado Murilo Aguiar, vem perante a presente nota esclarecer a população cearense que é uma entidade filantrópica , instituição privada sem fins lucrativos que presta serviços médicos - hospitalares há muitas décadas , sempre proporcionando os serviços da melhor forma possível. 

Todos os procedimentos realizados nos pacientes são feitos em consonância com os padrões técnico - éticos médicos, bem como, apesar das dificuldades, procurando atender com responsabilidade, eficiência e qualidade aos seus pacientes. 

Entende-se necessário esclarecer, em especial, que a Entidade mantenedora do Hospital Deputado Murilo Aguiar sempre utilizou os recursos com o objetivo de alcançar sua finalidade com a correta aplicação, procurando atender aos anseios da coletividade. 

No entanto, o Hospital vem sofrendo críticas nas redes sociais, entusiasmados por pessoas maldosas e invejosas, sempre pelo mesmo blog, representados por correligionários de políticos frustrados que não alcançam cargos que almejam, por não terem respaldo da população, continuando tentando denegrir a imagem digna deste hospital. 

No episódio que motivou as últimas malfadadas críticas, o Hospital Deputado Murilo Aguiar utilizou todos os procedimentos necessários: recebeu a paciente às 3h28min de sábado (12), que foi encaminhada do hospital de Granja por uma enfermeira, não sendo avaliada por médicos daquela unidade, nem regulada para o hospital polo. 
Em decorrência dessa situação a paciente teve que permanecer na recepção da maternidade aguardando autorização da central de regulação. Em seguida foi encaminhada para a sala de parto, onde foi assistida pela médica obstetra, tendo parto normal sem complicações obstétricas às 4h06min, ou seja 26min após sua chegada neste hospital. 

Portanto, a verdade não corresponde com o noticiado pelos blogs maldosos sensacionalistas, ressaltando que a médica, após constatar que a paciente apresentava quadro clínico de icterícia, solicitou exames laboratoriais para possível elucidação diagnóstica, cujo resultados encontravam-se alterados. 

Após tomadas providências cabíveis em decorrência da evolução do quadro clínico, a paciente foi transferida em caráter de urgência para Sobral, ocorrendo óbito no traslado. Esclarece-se que a paciente não faleceu em decorrência de complicações de trabalho de parto, mas de prováveis comorbidades que a paciente portava e que não foram diagnosticadas durante as consultas regulares do pré-natal, uma vez que consta no cartão da gestante apenas 4 consultas realizadas somente por enfermeiros. Esclarece-se, ainda, que o Hospital ficará à inteira disposição da população e de qualquer parte interessada, para demonstrar que, no caso que objetivou as inverídicas publicações, o Hospital de Camocim procedeu de forma correta. 

A Direção 

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