Não param, não param, não param!
A restrição é válida tanto para espaços públicos quanto privados de livre acesso ao público.
A regra geral baseia-se na Lei Estadual n.º 13.711, regulamentada pelo Decreto Estadual n.º 34.704. O descumprimento pode acarretar a apreensão imediata do equipamento e aplicação de multas, que podem ultrapassar R$ 520 podendo ser triplicadas em caso de reincidência.
Em Camocim, mais precisamente ne Beira-Mar, as regras são feitas por alguns donos de paredões, mesmo a cidade sendo base de um Batalhão da Polícia Militar do Estado do Ceará.
Em quase todos os destinos turísticos do Ceará, a lei é aplicada, pois é de conhecimento geral que esse tipo de poluição sonora prejudica o turismo, além da saúde mental das pessoas.
Até em espaços em que um artista está se apresentando ao vivo, como aconteceu neste domingo (5), após o jogo do Brasil, os paredões seguem ligados, desrespeitando, nesse caso, o trabalho de um cantor que sobrevive de seu ofício.
Em pleno início das férias, a tendência é que a poluição aumente, o que acaba gerando o sumiço de quem visita a orla com o intuito de conhecer as belezas, comer bem e aproveitar o ambiente.
Sem posicionamento público por parte do Batalhão da PMCE, proprietários de restaurantes e pousadas, além de moradores, apelam para que o Governo do Estado do Ceará intervenha nessa situação que, pelo jeito, saiu do controle faz tempo.
Em tempo: Não confundir paredão de som com propaganda volante. Tem gente que gosta de "confundir" para encontrar justificativa. Exceção também para paredões contratados para eventos registrados.
Por Tadeu Nogueira