terça-feira, 6 de novembro de 2018

NOMEADO POR BOLSONARO JÁ FOI CONDENADO, PRESO E RESPONDE PELA LEI MARIA DA PENHA

O deputado paraibano Julian Lemos (PSL), anunciado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro como um dos integrantes da equipe de transição de seu governo a partir de 2019, já foi condenado por estelionato, preso e alvo de processos na Justiça por agressão à ex-esposa e a uma irmã.
Lemos, que atuou como um dos principais cabos eleitorais de Bolsonaro no nordeste durante a corrida presidencial, é citado pelo militar como um “amigo de primeira hora”.
O deputado, no entanto, já foi condenado a um ano de prisão em primeira instância, em 2011, por estelionato, após se envolver em um esquema ilegal de uma certidão falsa fornecida pela empresa GAT Segurança e Vigilância, da qual ele era sócio, na assinatura de um contrato para prestação de serviços à Secretaria de Educação e Cultura da Paraíba, em 2004. Apesar de ter sido condenado, Julian não cumpriu pena pois o crime prescreveu. 
O nome de Julian Lemos consta, ainda, em três denúncias feitas à Justiça da Paraíba embasadas na Lei Maria da Penha. Duas foram feitas por sua ex, Ravena Coura, e outra por sua irmã.
Em relação à ex, a primeira denuncia foi feita em 2013, quando ele chegou a ser preso em flagrante. Na ocasião, Ravena disse ter sido agredida fisicamente e ameaçada por arma de fogo. Três anos depois, em 2016, a mulher prestou nova queixa contra o deputado. As duas denúncias, no entanto, foram retiradas por Coura, que disse ter se exaltado “nas palavras e falado além do ocorrido”. Já o processo movido pela irmã, ainda continua ativo no Tribunal de Justiça da Paraíba.
Lá vou eu: Rapaz, tinha outro não? Arre égua! 
Postado por Tadeu Nogueira às 11:06h
Com informações do Catraca Livre 

Um comentário:

Pauleira disse...

Só lembrando que equipe de transição, não é nada !!!!